Eu procuro atenção
Eu espero carinho
Eu ganho solidão
E os meus prazeres
Eu fecho em uma mão.
Ah que raiva, que angustia
Esse arrependimento
Que enche meus olhos.
Eu sinto uma culpa,
De não ter negado seus apostos.
Sou a pedra do seu caminho?
Sou o incomodo da sua rota?
Sou o ponto de liberdade?
Ou seu simbolo de vitoria?
Eu estou derretendo cada vez mais
Procuro não me aproximar como tais.
Afinal, o ponto salgado
Voltou super ativado
Os meus arrependimentos voltaram
E como voltaram!
Vieram com choros sem vez
E com meu sangue
sangue onde jamais se espalharam.
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