A cada 5 minutos é uma vibração no celular. Onde sua animação pra perder o seu tempo com essas pessoas é mínima. A minha educação nunca me dá o direito de falar umas verdades, mandando todos irem se foder. Sim, isso pra mim se torna um problema, porque eu tenho a velha e falsa simpatia, pra não ser indelicada. Essas conversas paralelas, onde não faço esforço nenhum para que se torne adiante, não me dá vantagens. São tão inúteis, não sei como pessoas em certa idade consegue ter uma mente tão hipócrita e nojenta, onde pensa tanto e mal sabe por a vida em ordem.
Eu penso bastante, sim. Mas eu procuro conclusões dela, se não, pra quê iria perder tempo pensando? Minha avó me dizia, que na minha idade ela não procurava nada alem de viver, ela mal se quer perdia tempo pensando. Ela sabia que tinha muitas outras coisas pra se fazer. Hoje em dia, o ser humano se torna tão individualista e sedentário, conseguindo tudo fácil todos os dias. E além de tudo ser insatisfeito com o que ocorre ao seu redor, só finge se importar, como se eu nunca tivesse caído em armadilhas de palavras bonitas e vazias.
Meus pensamentos são apenas lembranças e saudades. Não procuro perder meu tempo de silêncio, em tristeza, apenas em evolução. Tento entender quê; o que não quis fazer bem pra mim hoje, não vai querer amanhã. Ninguém merece cair na tentação de se apaixonar com textos pouco sinceros, onde não conseguem vomitar sentimentos em cima de palavras, não formando teorias falsas.
Esse vírus de ganhadora de corações já me destruiu em pedaços, e disso eu não vou mais perder o meu tempo -com concertos- de meses e meses, sendo que podem ser preenchidos por pessoas que me trazem segurança, me mostra atitudes e preenche minha memória apenas de boas risadas e carinhos.
Só espero alguém pra restaurar o que uma vez foi danificado por propagandas enganosas. Que tenha praticidade de um mp3, mas com a essência de um disco de vinil, que possa ter paciência com minhas ferrugens, ser delicado a minhas fragilidades, e toda a implicância que tenho com um mundo tão evoluído, querendo explicar que o que já se foi, foi aproveitado ao máximo, pra poder ter o que se tem hoje em dia.
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