Fiz com que o tempo me tirasse essa dor do passado, meu maior curativo foi ele. Me sinto bem em fazer o bem, em fazer o bagunçado ser a minha acomodação, procuro querer entender o silencio de alguém tão gritante, meus textos tornam a ser inspirado nisso, já que sua presença só restou lembranças e saudade.
Eu tenho aquela velha ilusão de mudar alguém que amo, ou simplesmente procuro querer que ela me ame, e os dois se aceitarem da forma que são. As mudanças não são ruins sempre, talvez no momento da tristeza, da aflição, da ansiedade, a vontade é voltar no tempo e desistir de tudo, bom, pelo menos comigo, mas pela a razão disso não acontecer, você simplesmente se transforma, procura mudar para o seu bem, e ter a consciência disso não acontecer novamente, afinal, quem aqui gosta de sofrer inesperadamente?
Querer outro caminho sem saber quantos tem pra trilhar, muito menos o fim de cada um, isso sempre foi minha duvida. Afinal, não podemos olhar pra trás quando escolhemos o que talvez não seja certo, você apenas tem que escolher o atalho pra sair do que te atrapalha.
A madrugada vira meu melhor amigo, nada pra te atrapalhar, NADA, só você e o escuro. Sim, o papel de trouxa reinou mais uma vez, mas aquele ânimo, aquela prioridade que tinha foi rompida tão rápido, a aflição corrói e aquela dorzinha se abriu mais uma vez. Como a razão do meu curativo vira a razão dos meus sofrimentos mais uma vez? Esse ciclo psicológico, esse controverso de emoções. Mas por mais que fique remoendo dor, e ficar sem o teu amor, eu juro que se for me alimentar sua saudade, tendo a esperança de ter meu ouvido em seu coração novamente, vou esperar sentada, e uma coisa que não quero pra mim, é me alimentar do amor que você não quis continuar.
0 comentários:
Postar um comentário